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 O Dilema das Espécies Intermediárias de “transição”

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Ronaldo
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MensagemAssunto: O Dilema das Espécies Intermediárias de “transição”   19/10/2008, 7:00 pm

Archaeopteryx – ave extinta ou forma intermediária?




Depois que Charles Darwin publicou seu livro A Origem das Espécies, em 1859, os evolucionistas iniciaram a busca de espécies intermediárias de “transição” para comprovar suas alegações. O primeiro fóssil de Archaeopteryx foi descoberto na formação calcária de Solnhofen, na Bavária, Alemanha, em 1861. Os darwinistas o consideraram como a “salvação” que deveria dar apoio a sua teoria. O esqueleto do Archaeopteryx (cujo significado é “asa antiga”) é um fóssil incrivelmente raro, de grande valor. A importância desse fóssil para os darwinistas tem a ver com as suas características que, como eles alegam, pertencem tanto a aves quanto a répteis. Com grande empolgação, eles apresentaram o fóssil como um “elo perdido”, intermediário entre répteis e aves. O Archaeopteryx foi honrado com um lugar de destaque em muitas exibições em museus e também em livros-texto como a “prova” definitiva a favor da evolução.

Entretanto, as várias críticas feitas com relação ao fóssil e às inconsistências que foram surgindo com um exame mais acurado dele permaneceram ignoradas.

O Archaeopteryx tinha garras com penas, nas asas, dentes na mandíbula e uma cauda óssea semelhante à dos de répteis – essas características levaram os darwinistas a interpretar o bicho como prova da teoria da evolução.

Entretanto, os últimos exames feitos dos fósseis de Archaeopteryx mostraram que essa criatura definitivamente não era uma forma intermediária, mas uma espécie extinta de ave, com várias características que a tornavam distinta das aves modernas. Os cientistas hoje concordam que o Archaeopteryx possuía esqueleto, estrutura de penas e músculos de vôo idênticos aos das aves atuais, e era capaz de voar perfeitamente. Além disso, o exame científico comprovou que com a sua fúrcula (osso bifurcado em frente ao esterno no peito das aves) e a estrutura de penas assimétricas, o Archaeopteryx era uma ave voadora plenamente desenvolvida.

Resumindo, o Archaeopteryx não poderia ser classificado como uma forma intermediária, com base em algumas poucas características singulares. Particularmente, o sétimo fóssil de Archaeopteryx, que foi escavado em 1992, confirmou isso, e demoliu completamente as alegações evolucionistas baseadas em qualquer “semelhança” com os répteis.

Colin Patterson, um cientista evolucionista, afirma que as alegações feitas a favor do Archaeopteryx estão longe de ser científicas: “Seria o Archaeopteryx ancestral de todas as aves? Talvez sim, talvez não: não existe uma maneira de responder essa pergunta. É bastante fácil construir histórias a respeito de como uma forma dá origem a outra, e descobrir razões pelas quais os estágios deveriam ser favorecidos pela seleção natural. Porém, tais estórias não fazem parte da ciência, pois não existe maneira de submetê-las a testes.”

Por que o Archaeopteryx não é uma forma intermediária

O Archaeopteryx realmente possui várias características que o diferem das aves modernas. Não obstante, suas características mostram também que ele era capaz de voar, ou seja, ele era uma ave verdadeira. O mero fato de que o Archaeopteryx possuía várias características singulares não demonstra que fosse uma espécie de forma intermediária. Veja algumas provas de que ele não é um intermediário meio-dinossauro, meio-ave, mas sim meramente uma espécie extinta de ave:

1. Os dinossauros não possuem fúrcula, embora o Archaeopteryx, como todas as aves, possua uma fúrcula robusta que lhe possibilitava voar.

2. Uma das mais convincentes evidências de que o Archaeopteryx era uma verdadeira ave voadora é a estrutura de suas penas, de forma assimétrica, idêntica à das aves modernas. Isso revelou que o Archaeopteryx era perfeitamente capaz de voar. Aves que não voam, como o avestruz e a ema, têm asas com penas simétricas. Além disso, a forma e as proporções gerais das asas do Archaeopteryx são idênticas às das aves modernas. O fato de que a estrutura da asa do Archaeopteryx se manteve até os dias de hoje, desde presumivelmente 150 milhões de anos atrás, indica que suas asas foram criadas/projetadas para o vôo. Quem disser que o Archaeopteryx não era capaz de voar, não pode explicar o porquê daquela estrutura assimétrica.

3. Os evolucionistas destacam as garras nas asas do Archaeopteryx como evidência de que ele evoluiu a partir dos dinossauros, e que, portanto, ele é uma espécie de transição. Na realidade, entretanto, essa característica de maneira alguma sugere qualquer relacionamento entre essa criatura e os répteis. De fato, duas espécies vivas de aves – Touraco corythaix e Opisthocomus hoazin – têm garras que servem para se prender aos ramos das árvores. Essas criaturas são aves plenamente emplumadas, sem qualquer característica de réptil. Esses exemplos modernos invalidam a alegação de que as garras nas asas do Archaeopteryx significam que ele deva ser uma forma intermediária.

4. Quando os biólogos evolucionistas descrevem o Archaeopteryx como uma forma intermediária, uma das principais características nas quais eles se baseiam são os dentes. Essa característica, entretanto, realmente não mostra relacionamento algum entre essa criatura e os répteis. Os evolucionistas enganam-se ao sugerir que esses dentes são uma das características de réptil, porque dentes não são características exclusivas de répteis. Alguns répteis modernos têm dentes, outros, não. Ainda mais importante do que isso, espécies distintas de aves com dentes não se limitam ao Archaeopteryx. O registro fóssil contém um grupo separado que pode ser descrito como “aves com dentes” e que viveram tanto na mesma época que os Archaeopteryx como posteriormente – e, de fato, até tempos bastante recentes.

Um fato bastante importante, freqüentemente ignorado, é que a estrutura dental do Archaeopteryx e de outras aves com dentes é bastante diferente da dos dinossauros. A superfície dos dentes do Archaeopteryx e de outras aves com dentes é plana e têm raízes largas. Entretanto, a superfície dos dentes dos dinossauros terópodes, que alegadamente são os antepassados dessas aves, é serrilhada e suas raízes são estreitas.

5. Diziam que o osso quadrato do Archaeopteryx (o osso com o qual a mandíbula é articulada) era semelhante ao dos dinossauros, mas tomografia computadorizada revelou que esse osso de fato é idêntico ao das aves modernas. O movimento das mandíbulas é outra importante evidência que destrói as alegações evolucionistas. Na maioria dos vertebrados, incluindo-se os répteis, somente a parte inferior da mandíbula é móvel; nos pássaros, entretanto, incluindo-se o Archaeopteryx, a mandíbula superior também se move.

6. Outro golpe à tese evolucionista relacionada com o Archaeopteryx provém dos dedos da ave. Foi descoberto que o desenvolvimento embrionário dos ossos do antebraço é completamente diferente nas aves e nos dinossauros terópodes. Os antebraços dos dinossauros terópodes, ou “mãos”, consistem dos dígitos I, II e III, enquanto que as asas das aves consistem dos dígitos II, III e IV. Essa evidência importante, distinguindo dinossauros de aves, foi ressaltada em 1997 em um artigo na revista Science (v. 278, 24 de outubro). Além disso, os ornitólogos L. D. Martin, J. D. Stewart e K. N. Whetstone compararam os ossos astrágalos do Archaeopteryx com os dos dinossauros e revelaram que não havia similaridade alguma entre eles.

Em resumo, a “evolução” das aves não é uma tese consistente com as evidências biológicas ou paleontológicas. É, na verdade, uma alegação fictícia, irrealista, derivada dos preconceitos darwinistas. O assunto da evolução das aves, que alguns especialistas insistem em mencionar como sendo um fato científico, é um mito mantido vivo por razões ideológicas.

A verdade revelada pela ciência é que a criação das aves é resultado de sabedoria infinita. Em outras palavras, tanto o Archaeopteryx como todas as espécies de aves foram criados pelo Deus todo-poderoso.

(Adpatado de Harun Yahya)

http://criacionista.blogspot.com/2008/10/archaeopteryx-ave-extinta-ou-forma.html


Última edição por Ronaldo em 19/10/2008, 7:07 pm, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: O Dilema das Espécies Intermediárias de “transição”   19/10/2008, 7:06 pm


O Dilema das Formas de Transição


Hoje, uma das principais objeções feitas à teoria de Darwin diz respeito especialmente ao registro fóssil. Mesmo entre evolucionistas, existem sérias discussões sobre como interpretar o registro fóssil. Os fósseis, importantes fontes de evidências científicas relativas à história natural, refutam claramente a teoria da evolução, e mostram que a vida sobre a Terra apareceu repentinamente, sem qualquer processo evolutivo. Em outras palavras, que as formas de vida foram criadas.
Se tivesse realmente havido um processo evolutivo na Terra, e se todas espécies vivas atualmente descendessem de um único ancestral comum, então deveriam ser descobertas claras evidências disso no registro fóssil. O bastante conhecido zoólogo francês Pierre Grassé assim se manifesta:

<BLOCKQUOTE dir=ltr style="MARGIN-RIGHT: 0px">
Os naturalistas devem se recordar que o processo evolutivo é revelado somente através de formas fósseis ... somente a paleontologia pode prover-nos evidências da evolução e revelar-nos seus mecanismos ou a sua forma de agir.(i)
</BLOCKQUOTE>
Para ver por que isso deve ser assim, precisamos dar uma rápida olhada à alegação fundamental da teoria da evolução: que todos os seres vivos descendem uns dos outros. Isso significa que um organismo vivo que tivesse surgido inicialmente de uma maneira aleatória, gradualmente se tivesse transformado em outros, e assim, todas as espécies seguintes surgindo – ou evoluindo – desta mesma maneira. De acordo com essa alegação não-científica, todas as plantas, animais, fungos e bactérias surgiram da mesma maneira. Os cerca de 100 diferentes filos animais (compreendendo categorias básicas, tais como moluscos, artrópodes, vermes e esponjas) todos teriam descendido de um único ancestral comum. Ainda de acordo com a teoria, invertebrados como esses, gradualmente, no decorrer do tempo e devido à pressão da seleção natural, se transformaram em peixes, que por sua vez se transformaram em anfíbios, que vieram a se transformar em répteis. Alguns répteis tornaram-se aves e outros mamíferos.
A teoria da evolução afirma que essa transição teve lugar gradualmente no decorrer de centenas de milhões de anos. Sendo este o caso, então incontáveis números de formas de transição deveriam ter surgido e deixado algum traço de sua existência no decorrer daquele período incomensuravelmente longo.
Criaturas meio-peixe, meio-anfíbio, que ainda teriam características de peixe, embora tendo adqüirido quatro patas e pulmões, deveriam ter vivido no passado. Da mesma maneira, répteis-aves que mantivessem algumas características de répteis mas que não tivessem adqüirido características de aves, deveriam também ter existido. Como essas espécies fariam parte de um processo de transição, elas também deveriam ter sido disformes, ou mesmo deformadas. Por exemplo, as patas dianteiras de um réptil de transição deveriam assemelhar-se às asas de aves, cada vez mais, à medida que passassem as gerações. Entretanto, no decorrer de centenas de gerações, essa criatura não teria nem patas dianteiras completamente funcionais, nem asas completamente funcionais – em outras palavras, ela teria existido de maneira disforme e deficiente. Estas criaturas teóricas, que os evolucionistas acreditam terem vivido no passado, são chamadas de formas de transição.
Se criaturas desse tipo realmente tivessem existido num distante passado, então elas deveriam constituir milhões e talvez bilhões de criaturas, e os seus restos fósseis deveriam poder ser escavados ao redor de todo o mundo. Darwin aceitou a lógica desse pensamento, e ele mesmo afirmou por que não se encontraria um número tão grande de formas de transição:

<BLOCKQUOTE dir=ltr style="MARGIN-RIGHT: 0px">
Pela teoria da seleção natural, todas as espécies vivas são interligadas com as espécies progenitoras de cada gênero, por diferenças não maiores do que as que vemos atualmente entre as variedades natural e doméstica das mesmas espécies; e essas espécies progenitoras hoje geralmente extintas, por sua vez teriam sido interligadas de maneira semelhante com outras formas mais antigas; e assim sucessivamente, sempre convergindo para o ancestral comum de cada grande classe.(ii)
</BLOCKQUOTE>
O que Darwin está querendo dizer é que, independentemente de quão pequena possa ser a diferença entre as espécies vivas hoje – entre um cão pastor alemão com pedigree e um lobo, por exemplo – a diferença entre os ancestrais e os descendentes, que alegadamente devem ter-se sucedido um ao outro, precisa ser igualmente pequena.
Por essa razão, se realmente a evolução tivesse acontecido como afirmado por Dawin, então ela teria se sucedido através de mudanças graduais bastante diminutas. A alteração efetiva em um ser vivo sujeito exposto a mutações teria de ser muito pequena. Milhões de pequenas alterações precisariam combinar-se no decorrer de milhões de anos para que as patas se transformassem em asas funcionais, as guelras em pulmões capazes de respirar o ar, ou as nadadeiras em pés capazes de andar sobre a terra. Certamente, um processo como este teria de dar origem a milhões de formas de transição. Darwin tirou a seguinte conclusão como conseqüência de sua afirmação:

<BLOCKQUOTE dir=ltr style="MARGIN-RIGHT: 0px">
O número de elos intermediários e de transição entre todas as espécies vivas e extintas deve ter sido inconcebivelmente grande.(iii)
</BLOCKQUOTE>
Darwin expressou esse mesmo ponto de vista em outras partes de seu livro:

<BLOCKQUOTE dir=ltr style="MARGIN-RIGHT: 0px">
Se minha teoria for verdadeira, numerosas variedades intermediárias ligando mais entre si todas as espécies do mesmo grupo certamente deveriam ter existido... Consequentemente, deverão ser encontradas evidências da sua existência anterior somente entre os restos fósseis que se encontrem preservados, como tentaremos mostrar em capítulo seguinte, em um registro extremamente imperfeito e intermitente.(iv)
</BLOCKQUOTE>
Portanto, Darwin estava bem ciente de que jamais haviam sido descobertos fósseis desses elos de transição. Isso ele considerava como um grande empecilho à sua teoria. Portanto, no capítulo “dificuldades da teoria”, no seu livro “A Origem das Espécies”, ele escreveu o seguinte:

<BLOCKQUOTE dir=ltr style="MARGIN-RIGHT: 0px">
Porém, exatamente na mesma proporção em que esse processo de extermínio atuou em tão grande escala, deveria ter existido um número de variedades intermediárias verdadeiramente enorme, variedades estas que teriam existido sobre a terra. Por que então todas as formações geológicas, em todos os estratos, não estão repletos de formas de transição como essas? A geologia certamente não revela nenhuma cadeia orgânica finamente graduada como esta; e isto talvez seja a objeção mais óbvia e mais grave que possa ser feita contra a minha teoria.(v)
</BLOCKQUOTE>
Em face desse grande dilema, a única explicação que Darwin apresentou foi a insuficiência do registro fóssil em seu tempo. Ele afirmava que as formas de transição não existentes inevitavelmente apareceriam quando o registro fóssil fosse completado e examinado detalhadamente.
Entretanto a pesquisa de fósseis durante os últimos 150 anos revelou que as expectativas de Darwin – e de todos os evolucionistas que o acompanharam – realmente eram expectativas vãs: não foi encontrado sequer um simples fóssil de qualquer forma de transição! Até hoje, existem cerca de 100 milhões de fósseis preservados em milhares de museus e exposições. Todos eles são restos de espécies plenamente desenvolvidas com suas características esdpecíficas, separadas de todas as outras espécies por características fixas. Fósseis de meio-peixe, meio-anfíbio, meio-dinossauro, meio-ave, e meio-símio, meio-humano, tão confiantemente e definidamente preditos pelos evolucionistas, jamais foram encontrados.
Apesar de ser evolucionista, Steven M. Stanley, da John Hopkins University admite que:

<BLOCKQUOTE dir=ltr style="MARGIN-RIGHT: 0px">
O registro fóssil conhecido não está e nunca esteve de acordo com o gradualismo... Poucos paleontólogos modernos parecem ter sabido que no último século, como escreveu recentemente o historiador da biologia William Coleman, ‘A maioria dos paleontólogos sentiu que as evidências firmemente contradizem a afirmação de Darwin a respeito de alterações lentas, pequenas e cumulativas levando as espécies a se tranformarem’. No próximo capítulo descreverei não só o que os fósseis têm a dizer, mas porque essa história tem sido suprimida. (vi)
</BLOCKQUOTE>
Os curadores do Departamento de Antropologia do “American Museum of Natural History” na cidade de New York, Ian Tattersall e Niles Eldredge, descrevem como o registro fóssil contradiz a teoria da evolução:

<BLOCKQUOTE dir=ltr style="MARGIN-RIGHT: 0px">
O registro é descontínuo, e todas as evidências mostram que ele é real: os hiatos que vemos refletem acontecimentos reais na história da vida – não o resultado de um registro fóssil deficiente.(vii)
</BLOCKQUOTE>
Como afirmam esses cientistas evolucionistas, a verdadeira história da vida pode ser vista no registro fóssil, onde, entretanto, não existem formas de transição nessa história.
Outros cientistas admitem também a ausência de formas de transição. Rudolf A Raff, Diretor do “Indiana Molecular Biology Institute”, e Thomas C. Kaufmann, pesquisador da Universidade de Indiana, escreveram:

<BLOCKQUOTE dir=ltr style="MARGIN-RIGHT: 0px">
A ausência de formas ancestrais ou intermediárias entre espécies fósseis não é uma peculiaridade bizarra da história inicial dos metazoários. Hiatos são gerais e prevalecentes através do registro fóssil. (viii)
</BLOCKQUOTE>
Existem ainda fósseis preservados de bactérias que viveram há bilhões de anos. Entretanto, é impressionante que nenhum simples fóssil de qualquer forma de transição imaginária tenha sido encontrado. Existem fósseis de muitas espécies, de bactérias a formigas, e de aves a plantas com flor. Mesmo fósseis de espécies extintas têm sido preservados tão bem que somos capazes de apreciar o tipo de estruturas que essas espécies uma vez tão abundantes apresentavam, e que jamais vimos em espécies vivas.
A ausência de sequer uma única forma de transição entre fontes de fósseis tão ricas demonstram não a insuficiência do registro fóssil, mas a invalidade da teoria da evolução.
A despeito dessa falta de fósseis de transição, que são tão importantes para a teoria da evolução, livros, revistas e alguns livros-texto ainda fazem referência a essas “formas de transição”. Muitas delas – Archaeopteryx ou Lucy por exemplo – têm-se tornado emblemas a favor da teoria da evolução. Às vezes podem ser encontradas manchetes em jornais e revistas destacando que “Foi encontrado o elo perdido”. Tais reportagens alegam que algum novo fóssil recentemente descoberto representa a forma de transição que os evolucionistas têm estado a procurar durante todos esses anos. Isso sendo assim, então, o que são esses fósseis de transição?
A maioria dessas assim chamadas “formas de transição” na realidade nada têm de transição. Todas elas são fósseis de espécies singulares e plenamente desenvolvidas, não tendo nenhum relacionamento ancestral com qualquer outra espécie. Utilizando interpretações pré-concebidas e métodos fraudulentos entretanto, os evolucionistas descrevem esses fósseis como formas de transição. Porém, todas essas assim chamadas formas de transição são assunto de debate entre os próprios evolucionistas. De fato, mesmo alguns evolucionistas que não temem encarar os fatos, declaram que elas não são formas de transição, de maneira alguma!
(Para maiores informações, veja o livro Atlas da Criação (volumes I e II), O Dilema das Formas de Transição, e Como os fósseis derrubaram a evolução, por Harun Yahya).
Para adquirir os trabalhos de Harun Yahya, visite o site www.bookglobal.net
Notas
(i) Pierre P. Grassé, “Evolution of Living Organisms”, New York: Academic Press, 1977, p.4.
(ii) Charles Darwin Op. cit., p. 281-283.
(iii) Ibid, Capítulo IX, p. 293.
(iv) Ibid, p. 211.
(v) Ibid., pp. 291, 292.
(vi) S. M. Stanley, The New Evolutionary Timetable: Fossils, Genes and the Origin of Species, New York: Basic Books, Inc., 1981, p. 71.
(vii) Niles Eldredge, Ian Tattersall, The Myths of Human Evolution, New York: Columbia University Press, 1982, p. 59.
(viii) R. A. Raff, T. C. Kaufman, Embryos, Genes and Evolution: The Developmental Genetic Basis of Evolutionary Change, in: Indiana University Press, 1991, p. 34.

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