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 Jesus Não Ensinou a Imortalidade da Alma

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Eduardo
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Mensagens : 102
Data de inscrição : 14/04/2008

MensagemAssunto: Jesus Não Ensinou a Imortalidade da Alma   1/8/2008, 4:47 pm

Brother A escreveu:

Salomão sabia, porque o mesmo Jesus que não ensinou imortalidade da alma inspirou-o a escrever o que ele disse em Ecl. 3:19-21 que é um golpe de morte sobre essa doutrina falsa de imortalidade da alma que não aproxima ninguém de Jesus Cristo. E o que ele diz em Ecl. 3:19-21 é confirmado por Davi em Salmo 104:25-30, mostrando que a mesma situação do que se passa com o homem, passa-se com os animais.

Essas suas teimosias irracionais servem magnificamente para os propósitos de termos oportunidade de mostrar a VERDADE e nossos muitos fórum-espectadores percebem a diferença de tratamentos. Se pensa que pelo muito repetir seus chavõezinhos dualistas (já inteiramente refutados ao longo dos muitos debates aqui) será ouvido, está se iludindo inteiramente. Apenas demonstra a sua total falta de argumentos válidos.

E que Jesus não ensinou a imortalidade da alma já demonstramos num estudo específico, claro, bem articulado que você JAMAIS foi capaz de refutar. Que tal repeti-lo aqui?


VALE A PENA VER DE NOVO
Jesus Não Ensinou a Imortalidade da Alma

Nas palavras de Cristo em João 14:1-3 e João 5:28, 29 não há pista alguma de “almas imortais” referidas em qualquer desses textos com os Seus dizeres:

“Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também”.

“Não vos maravilheis disto, porque vem a hora em que todos os que se acham nos túmulos ouvirão a Sua voz e sairão: os que tiverem feito o bem para a ressurreição da vida; e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo”.

São bem significativas as palavras de Cristo sobre “preparar lugar” para os Seus, seguidas de Sua promessa de retorno: “virei outra vez, e vos levarei para Mim mesmo, para que onde eu estiver, estejais vós também”. Ora, se Cristo ensinasse a imortalidade da alma iria dizer que os lugares estariam disponíveis aos salvos conforme fossem morrendo e suas almas chegassem no céu para assumi-las. O fato de Ele relacionar o Seu retorno ao encontro com os remidos para, então, ocuparem tais moradas é altamente significativo. Simplesmente não há espaço para a noção de almas ou espíritos indo para o céu nessa fala do Salvador.

Por outro lado, o texto sobre a ressurreição de João 5:28 e 29 é antecedido por alguns comentários muito significativos de Cristo: “Em verdade, em verdade, vos digo que vem a hora, e já chegou, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus; e os que a ouvirem, viverão” (vs. 25).

Observem que Ele fala que “os mortos” ouvirão a voz do Filho de Deus e VIVERÃO. Neste verso específico Ele certamente se refere aos salvos, pois fala: “os que a ouvirem, viverão”. Estas palavras não fazem sentido para quem creia na imortalidade da alma, porque os que ouvirem a voz JÁ ESTÃO VIVOS, na forma de uma “alma imortal”. Os que VIVERÃO são os que estiverem nas sepulturas, não os que estejam em algum local do universo esperando esse “ouvir a voz”, para terem vida.

Se as almas é que vêm de diferentes locais, primeiro, não precisariam ouvir voz alguma para despertar—já estão muito bem despertas. E se estão despertas é por estarem vivas, e o “VIVERÃO” a elas não pode aplicar-se!

E há mais uma ponderação a considerar: Jesus diz, “os MORTOS ouvirão a voz. . .” Ora, se Cristo cresse na imortalidade da alma iria dizer—“as almas dos que morreram se reincorporarão e ouvirão a voz. . .” A preocupação Dele não é com os que estão em alguma parte do espaço, mas com “OS MORTOS”. E esses mortos são “todos os que se acham nos túmulos”. O tema no contexto é o juízo a que todos devem submeter-se—a ressurreição da vida e a do JUÍZO.

E o Que Dizer Da Ressurreição de Lázaro?

Quando se lê o que é considerado o maior dos milagres de Cristo—a ressurreição de seu amigo Lázaro, morto já fazia quatro dias (João cap. 11)—as palavras do Salvador não deixam igualmente qualquer pista para a crença na imortalidade da alma. Senão, vejamos:

a) Cristo diz aos discípulos que o amigo Lázaro estava “dormindo”, utilizando a metáfora do sono para falar da morte, algo muito comum nas Escrituras tanto do Velho quanto do Novo Testamento. A morte é retratada na Bíblia como um sono inconsciente (Salmo 146:4; Ecl. 9: 5, 6 10; 1 Tes. 4:13-18).

b) Na rápida conversa que teve com as enlutadas irmãs, Cristo jamais diz algo sobre Lázaro estar desfrutando as bênçãos celestiais, mas aponta à ressurreição “no último dia” como fonte de consolação. Marta reage às palavras Dele na mesma base—confirmando sua esperança na ressurreição (João 11: 23, 24).

c) Cristo faz a declaração magnífica e confortadora: “Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em Mim, ainda que morra viverá” (vs. 25). A ênfase não está em almas indo para o céu, mas, de novo, na ressurreição do dia final. Por isso quem aceita o Evangelho viverá, não por ter uma alma imortal, mas graças à ressurreição que resulta em imortalidade, concedida como um dom aos que crêem (2 Tim. 1:10).

d) Quando Lázaro é trazido à vida, nada tem para contar de seu tempo “no além”. Decerto se ele tivesse algo a narrar do período em que esteve morto, o apóstolo João haveria de registrar sem hesitação. Seria tema importantíssimo e do maior interesse da comunidade de crentes. Contudo, Lázaro nenhuma informação trouxe da sua possível passagem pelo céu, porque nada teve para contar a respeito.

e) Se Cristo tivesse trazido Lázaro do céu para voltar a sofrer sobre a Terra ter-lhe-ia feito uma maldade. Se o trouxe do inferno (improvável, pois era um seguidor do Mestre) ter-lhe-ia dado nova oportunidade de salvação, o que é antibíblico.

As palavras e atos de Cristo são coerentes com o que Ele havia dito em João 6:39: “E a vontade de quem me enviou é esta: Que nenhum Eu perca de todos os que Me deu; pelo contrário, Eu o ressuscitarei no último dia”. Tais palavras são repetidas nos vs. 40, 44 e 54. Este último verso é muito significativo: “Quem comer a Minha carne e beber o Meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia”. E no vs. 58 Ele novamente acentua: “Este é o pão que desceu do céu, em nada semelhante àquele que os vossos pais comeram, e contudo morreram: quem comer este pão viverá eternamente”. Está muito claro que Ele relaciona a posse da vida eterna com a ressurreição no último dia!

Se Cristo ensinasse a imortalidade da alma sem dúvida Suas palavras refletiriam tal noção nestas declarações, pois é incrível que deixasse de mencionar um fato tão relevante no que diz respeito ao destino dos salvos, o tema que está expondo nessas passagens.

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Eduardo
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MensagemAssunto: Re: Jesus Não Ensinou a Imortalidade da Alma   1/8/2008, 4:55 pm

Eis a TERCEIRA NEGAÇÃO, que trata exatamente dessa questão da aparição de Moisés no monte:

Finalmente, a terceira forma pela qual protestantes e católicos negam a Cristo é quando interpretam erradamente o Seu diálogo com a suposta alma de Moisés sobre o Monte da Transfiguração. Com isso novamente estão colocando o Salvador em situação bem complicada. Aliás, o próprio Deus Pai se vê em maus lençóis noutra interpretação, pois os membros da Divindade são apresentados virtualmente como seguindo o mau exemplo dos ditadores de todas as épocas, que se põem acima da lei. “L'État c’est moi” [o Estado sou eu], dizia um dos soberanos franceses de eras passadas. Colocam a Deus mandando uma mensagem ao rei de Israel Saul, que já havia rejeitado, mediante uma feiticeira, no episódio da visita de tal rei à mulher de En-dor (1 Sam. 16:14; 28:6).

Se Deus estabeleceu claramente a ordem de que o Seu povo não recorresse a prognosticadores, feiticeiros e agoureiros, NEM QUEM CONSULTE OS MORTOS (Deut. 18:9-10), e até decretou que os praticantes de tais coisas fossem mortos (Lev. 24:27), como iria Ele mesmo passar por cima de Suas ordens, e o Cristo fazer exatamente o que se proibiu, promovendo praticamente uma sessão espírita sobre o monte, comunicando-Se com a “alma” de Moisés, ao mesmo tempo tratando com Elias em corpo ressurreto? Para certos religiosos, porém, Cristo costumava mesmo não levar a sério a lei divina, como já vimos nas duas primeiras negações. Então, não fará diferença Ele violar novamente a lei no caso do episódio do Monte da Transfiguração.

O que se dá nessa ocasião, porém, é um diálogo entre Cristo, o Moisés ressurreto e o Elias que havia sido arrebatado em vida para o céu. Que Moisés ressuscitou se pode deduzir pela briga cósmica entre Miguel e Satanás a respeito do corpo de Moisés (Judas 9), e pelas palavras de Paulo de que “a morte reinou de Adão até Moisés” (Rom. 5:14). Certamente Satanás não teria nenhum interesse em brigar por um cadáver. Sua briga dizia respeito ao corpo ressurreto de Moisés pois até ali ele mantinha o poder absoluto sobre a morte (Heb. 2:14). Com a ressurreição de Moisés dava-se o primeiro desafio a seu “império da morte”, e Satanás não se conformava com isso, daí que lutou para manter o patriarca bíblico prisioneiro de seu reino de trevas.

O apóstolo Paulo deixou bem claro que a vitória sobre a morte se dá pela ressurreição final, não pela posse de uma alma imortal que sobrevive à morte do corpo (1 Cor. 15:53-55). Resta ver se o cantar do galo da realidade exposta do ensino bíblico quanto a essas questões levará o “Pedro” do protestantismo e catolicismo a uma percepção do seu erro e a genuíno arrependimento e dedicação à causa da verdade. Jesus teve uma entrevista, registrada em João 21, com o arrependido e, certamente, envergonhado Pedro após a Ressurreição. Ele pretendia transmitir a Seu amado discípulo a garantia de Seu amor e perdão diante de seu sincero arrependimento, mas ao mesmo tempo recomendou-lhe tantas vezes quantas ele O traiu: “Apascenta as Minhas ovelhas”.

O pasto a que um pastor dedicado encaminharia essas ovelhas deve ser o mais saudável e nutritivo, para que elas cresçam firmes e saudáveis. O tríplice erro da negligência na observância das leis divinas sobre o sábado e as regras de alimentação, bem como o ensino originário do paganismo e derivado da primeira mentira satânica sobre este planeta—“É certo que não morrereis” (Gên. 3:4)—devem ser postos de parte. Do contrário, essa tríplice negação do Mestre não se identificará em nada com o temporário problema espiritual de Pedro, assemelhando-se mais à traição do Iscariotes, que foi definitiva e fatal. Deus ilumine os que ainda negam ao Mestre nesses três lamentáveis erros a que ainda estão presos na sua grande maioria os católicos e protestantes.

Obs.: Para ver os dois demais pontos pelos quais católicos e protestantes negam a Cristo, ver o artigo mencionado com o link indicado acima.
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MensagemAssunto: Re: Jesus Não Ensinou a Imortalidade da Alma   1/8/2008, 4:57 pm

Moisés e Elias apareceram a Jesus SIM, mas não como "almas" e sim como PESSOAS. Elias foi arrebatado aos céus num carro de fogo, como relata 2a. Reis 2, e Moisés só pôde aparecer porque ressuscitou dentre os mortos.

Isso tudo já foi plenamente esclarecido, mas nosso amigo faz questão de ignorar os estudos feitos para vir aqui com suas bravatas.

Seja como for, já disse e repito que me tornarei o maior advogado da imortalidade da alma se ele me superar apenas 5 quesitos, de modo claro, objetivo e BÍBLICO (nada de vãs filosofias e "deduções lógicas"). Eis os 5 quesitos mais uma vez:

a) Provar que Deus colocou uma alma imortal ao criar o homem (sendo que este nem precisaria disso pois a morte não foi prevista no plano original de Deus, e sim a vida física do homem, eternamente preservada no Paraíso físico).

b) Mostrar descrições bíblicas claras (não em textos parabólicos ou simbólicos) de almas conscientes deixando o corpo na morte e partindo para o céu, inferno, purgatório ou qualquer outro "departamento do além" que a teologia popular criou.

c) Mostrar descrições bíblicas claras de almas ou espíritos voltando de algum lugar do além para reincorporarem quando da ressurreição final.

d) Demonstrar como os corpos dos ímpios que ressuscitam têm capacidade de serem eternamente refratários ao fogo, pois somente os remidos são descritos como tendo corpos incorruptíveis (Filp. 3:20, 21; 1 Cor. 15:53-55).

e) Explicar para onde o lago de fogo parte após cumprir sua dupla função de "segunda morte" na "destruição dos homens impios" e transformação deste planeta numa Nova Terra (2a. Ped. 3:6-13), já que queima SOBRE A SUPERFÍCIE DA TERRA (Apoc. 20:9ss) e não é dito em parte alguma que salte de sobre a Terra para prosseguir queimando eternamente noutro recanto do universo. O contexto fala que há "novos céus, e uma nova terra .. . . e o mar já não existe [nem o lago de fogo]" (Apoc. 21:1).
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